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> ITÁLIA
PRINCIPAIS VINÍCOLAS DA ITÁLIA
MAPA DA ITÁLIA
NORDESTE DA ITALIA - VENETO / FRIULI-VENEZIA GIULIA / TRENTINO
NOROESTE DA ITALIA - LOMBARDIA / EMILIA / PIEMONTE / LIGURIA
ITALIA CENTRAL - LE MARCHE / UMBRIA / LAZIO / MOLISE
TOSCANA
SUL DA ITALIA - PUGLIA / CAMPANHA / BASILICATA
SARDENHA & SICILIA

 

ITÁLIA

A  ITÁLIA produz os mais emblemáticos vinhos, oriundos de uma gama enorme de cepas e de múltiplos terroir. Isto a torna uma das três mais profícua e orgulhosa produtora de vinho fino da Europa. A Itália  é o segundo maior produtor mundial de vinhos finos, logo após a França. 

A história do vinho na Itália é quase tão antiga quanto ao da França, pois tudo começou com os gregos e etruscos há mais ou menos uns 3.000 a.C. na Sicilia, na Puglia e na Toscana. Porém, os responsáveis por sua disseminação por todo o país foram os romanos durante o domínio e expansão  do seu Império na Península Ibérica. Vinhedos foram cultivados desde a costa do mar Jônico na Calábria, passando pelas costas do mar Tirreno e Mediterrâneo até as fronteiras com a França, Suíça e a Áustria ao norte.

Antes da unificação italiana em 1861, as várias cidades-estado que compunham o país, mantiveram durante séculos ferrenha rivalidade entre si, procurando cada qual valorizar sua arte, sua cultura e também seus vinhedos e cepas nativas. Isto propiciou uma extraordinária herança em diversidade de uvas, técnicas de plantio, de cultivo e de vinificação. A combinação desta multifacetada cultura com os vários solos e climas geograficamente espalhados, propiciou a produção de vinhos de cepas nobres como a Sangiovese, a Nebbiolo e também de outras uvas não tão conhecidas como as uvas Pelaverga e Aglianico.

Foi a partir dos nos anos 50 e 60,  mais intensamente ainda na década de 70 do século passado, que a Itália passou a investir maciçamente em  seus  vinhedos  e   em   sua   indústria    vinícola.  Nesta época, regras mais rígidas foram implementadas como as     Controllata Denominazione di Origine (DOC) para, partindo da base secularmente existente, construir a indústria moderna tal qual a conhecemos hoje.

Vale registrar os esforços de famílias como Antinori e Frescobaldi na Toscana, Mastroberardino na Campania e Angelo Gaja no Piemonte, que rompendo com a letárgica tradição de seus conterrâneos, transformaram suas vinícolas em companhias globais, produzindo o melhor vinho de toda a Itália. Exemplo deste progresso e da evolução ocorrida desde então, são os Super Toscanos, os    Brunello di Montalcino, os Chianti e os nobres Barolos que compõem a nata do vinho italiano. 

A Itália possui mais de um milhão de vinicultores espalhados por toda a Península produzindo algo em torno de 4,4 bilhões de litros de vinho por ano, sendo que deste total, aproximadamente 1,4 bilhões são exportados e o restante é consumido no mercado interno. A Itália é hoje um dos países com uma das mais dinâmicas indústrias vinícolas do planeta vinho.

O país é divido em cinco zonas:

NORDESTE: VENETO / FRIULI-VENEZIA GIULIA / TRENTINO

NOROESTE: LOMBARDIA / EMILIA / PIEMONTE / LIGÚRIA

ITÁLIA CENTRAL: LE MARCHE / UMBRIA / LAZIO / MOLISE

SUL DA ITÁLIA:  PUGLIA / CAMPANHA / BASILICATA

TOSCANA - SARDENHA - SICÍLIA: