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Os vinicultores canadenses, que desde o sec. XIX trabalhavam com a videira nativa Vitis Labrusca, por ser a mais adequada ao clima extremamente frio do país, trataram de investir pesado numa vinicultura moderna para terem condições de se inserirem no mercado global de vinhos finos, assim como ocorrera décadas passadas, com a indústria vinícola dos Estados Unidos.

"As videiras europeias, Vitis viníferas, foram introduzidas objetivando atingir, num período de alguns anos, um produto que estivesse num patamar de qualidade suficientemente alto para ser aceito pela comunidade internacional".
São mais de 8.500ha de vinhedos cultivados em todo território canadense produzindo vinhos a partir de cepas importadas da Europa. Ao mesmo tempo em que novos vinhedos eram constituídos com as cepas europeias, a indústria lançou uma garantia de qualidade conhecida como VINTNERS’ QUALITY ALIANCE, para uvas oriundas unicamente da região de ONTÁRIO e de vinhas vindas diretamente da COLUMBIA BRITÂNICA. Com esta regulamentação, os canadenses buscavam criar a médio prazo, um sistema de apelação com identidade semelhante ao encontrado em outros países de maior tradição vinícola. São duas as regiões produtoras no Canadá :
ONTÁRIO (leste do Canadá) -
COLUMBIA BRITÂNICA (Oeste)

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