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Estudos sobre a origem das vinhas na Áustria determinaram que a mesmas tiveram suas origens nas encostas mais baixas da Áustria e da Suíça e que foram plantadas pelos celtas, bem antes de Cristo e da Roma antiga. Entretanto, foi na era monástica que se começou a dar forma ao que viria a ser hoje o vinho austríaco. Durante o reinado da Casa Imperial da Áustria, da família dos HABSBURGO, Imperadores e governantes do longevo Sacro Império Romano Germânico, que a influência austríaca sobre a vinicultura européia se fez presente. Um dos grandes legados deste período foram as pesquisas e as experiências vinícolas que ocorriam em todo o vasto e multifacetado território imperial. Experiências que culminaram com a criação, em 1860, da primeira escola vinícola da ÁUSTRIA, criada em KLOSTERNEUBURG, pouco antes, portanto, da formação do futuro IMPÉRIO AUSTRO-HÚNGÁRO.
A partir de 1950, em especial nos últimos vinte anos, a vinicultura austríaca deu um enorme salto em qualidade na confecção de seus vinhos, muito particularmente após o escândalo de 1985, em que maus vinicultores adicionavam produtos químicos ao mosto para lhes conferir qualidade.
Com uma área plantada de mais de 46.000ha de vinhedos, as cepas Grüner Veltliner e Resling , predominam soberanamente. Os vinhos elaborados com estas castas são considerado como sendo alguns dos melhores do velho continente. Os principais vinhedos do país se localizam basicamente no leste, ao longo das fronteiras tcheca, eslovaca, húngara e eslovena. Porém, nas férteis planícies do RIO DANÚBIO, na Baixa Áustria, e entre o MOSTEIRO de MELK e a CIDADE de KREANS, encontram-se os dois principais distritos vinícolas da ÁUSTRIA; os Distritos de WACHAU e KREMSTAL
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